A esperança é filha do desejo. Constitui uma aptidão mental, que nos fez crer na realização de um desejo. O desejo aproxima-se algumas vezes da esperança, a ponto de confundir-se com ela.
A esperança é uma forma de prazer em expectativa que, na sua atual fase de espera, constitui uma satisfação freqüentemente maior do que o contentamento produzido pela sua realização. “Para se compreender a esperança é preciso partir do seu contrário, do desespero”, entre o desespero e a esperança não existem graus intermédios, há sim um salto abismal que vai do nada ao tudo, do aniquilamento à vida, ao riso, à alegria, à expectativa de futuro, à capacidade de fazer planos. A esperança não é uma possibilidade vaga, um tímido vislumbre, um esperar incerto e temeroso. É uma luz que rasga as trevas, é uma onda de calor que nos anima, que nos faz renascer.
A bíblia diz em Jó 14:7 ao 9:
“Porque há esperança para a árvore, pois mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como planta nova”
Uma pessoa sem esperança é alguém sem sonhos, sem ideais, sem otimismo, sem futuro. Quando não há esperança, o desespero toma conta da vida. Aparece então o pensamento derrotista e surge o fracasso.
Deparamos-nos em nossa vida com situações que nos remetem aos pensamentos mais derrotistas, nos achamos fracassados, sem esperança, temos a todo custo nos livrar destes pensamentos, sejamos perseverantes, ou seja, jamais desistir dos nossos projetos para nossa vida familiar, sentimental e profissional mesmo que as circunstâncias apontam que não vamos conseguir.
Texto: Walter Alexsandro Silva
Publicado na edição 603, 25 de janeiro de 2012.

 
 

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