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	<title>Jornal Hoje Centro Sul</title>
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	<description>Sua história é contada aqui!</description>
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		<title>Zonado nos conforto</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor Geral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Robson Miguel Camargo]]></category>

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		<description><![CDATA[Tava lá, não sei como, debaxo da pitangueira, vendo o tempo passá. Tive que í lá por causa que ele anda passando tão rápido que na rapideiz das passage nem dá tempo de fazê o que que tem que ser feito. I o que que se faiz nem sempre fica do jeito ca gente pensô. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tava lá, não sei como, debaxo da pitangueira, vendo o tempo passá. Tive que í lá por causa que ele anda passando tão rápido que na rapideiz das passage nem dá tempo de fazê o que que tem que ser feito. I o que que se faiz nem sempre fica do jeito ca gente pensô. &#8220;que que tá fazendo aí?&#8221; disse ele pra mim, &#8220;não tem mais o que fazê?&#8221; ingatô a pergunta. &#8220;Se tá só me passando, sem se preocupá daprendê alguma coisa cumigo, tá me perdendo.&#8221; Continuô, cuma certa arrogância que me surprendeu, já queu sabia quele era senhor de si i das coisa que se gasta, mais não imaginava quele viesse assim, sem os devido conhecimento de mim, me falá das perda queu teria dele. I por mais quele tivesse razão, tinha que dizê de modo diferente. Afinal, eu sempre tive ele como que uma referência de sabedoria intera, de modo que arrogância não cabia nos molde das consideração queu lhe tinha. Ademais, pra lembrá o seu Robis, eu não trago nalma essa coisa de fazê do tempo uma algema. Tive vontade de dizê isso pra ele, mais o danado passo tão ligero que quando as corage socô a consciência, já tava longe demais. I eu ali debaxo da pitangguera, imaginando sos rabo de galo no céu era anúncio de chuva, i qual era a relação disso co tempo. Pensei, de novo, em pergunta pra ele. Mais cadê ele? Êta tempo loco, que faiz a gente pensá que pode i quando discobre que não pode já é tarde porque já passô. Óio pro céu e vejo cas nuvem quera rabo de galo tão tudo transformada nuns envelope istufado i dentro dos envelope tem um monte de consciência que começam a saí. I são feia as consciência&#8230; desdentada&#8230; horripilantes&#8230; Começo a me apavorá cas cosia que vejo, porque antes das consciência saí dos envelope, tudo parecia diferente. I uma delas veio na minha direção i eu corri pra detrás da pitangueira que já não tava mais alí. I eu olhava pros lado i só tinha um vazio que antes era só um vazio i agora é um vazio cheio de horrores. I eu grito i penso que se jogá água fervendo nessas consciênciarada elas param de me atormentá. I vejo que tinha uma luzinha por debaxo dos pé duma das consciência que ficava assim mais pros lado da berada do nada cheio de consciência. Mais que nada, ela me sorriu desdentadamente i me piscô o zóio furado, porque não carecia de visão intera. &#8220;Seu Róbis&#8221;, pensei, já praguejando o jaguara que não vinha me acordá desse horror. &#8220;Seu Róbis&#8221;! Gritei de verdade, sabendo co traia decerto tava fazendo coisa mais importante que do que vê o tempo passá, sem sabê co tempo passa de qualquer manera i que tudo quele diz das alma de cinza, não é ele que diz. Grito mais e mais e nada. Sinto umas das consciência me cutucá no ombro i na virada do olhar vejo não mais que uma máscara pintade de cinza. I penso que pode ser a alma co tempo pintô. I dispenco pelo poço sem fundo tentando me segurá nas raíz que aparecem na parede que antes tinha uma cor não sei do quê, mais tinha, i que agora nem cor tem. I no despencamento vejo as raíz das parede emoldurando um quadro muito lindo amarelado pelo tempo que agora era consciência de horror, carcomido nas berada pelas traça que não dava pra ver. Seu Róbis, grito nos desespero. Lazarento! &#8220;Me acorde antes queu chegue no fim&#8221;. &#8220;Seu Róbis?&#8221; Insisto. I uma das raiz me vem trazê um ismartifone i eu atendo&#8230;<br />
- Seu praga duma figa&#8230; carecia de fazê isso? Que que custava ter me chamado no começo das cosia?<br />
- Para ouvir da senhora que eu estava interrompendo um sonho maravilhoso em que o tempo era observado sob uma pitangueira? E ser tripudiado pela senhora porque interrompi um sonho maravilhosamente bucólico?<br />
- Mais não carecia de ser no começo dos começo. Pudia ser no começo um poco mais pro fim. Mais tudo bem. Já tô mais recuperdada i o importante é sabê co tempo que trais tanta contemplação das boa é o mesmo tempo dos horror. Ou será que não?<br />
- Pois olha minha amiga, vamos falar disso tomando um chimarrão lá na Serra?<br />
- Tincontro lá, intão, depois da curva no pé da montanha. Inté.</p>
<p style="text-align: right;">Robson Miguel Camargo</p>
<p style="text-align: right;">Publicado na edição 619, 16 de maio de 2012.</p>
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		<title>Relembrando o trânsito de Irati</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor Geral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dagoberto Waidzyk]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um acidente fatal ocorreu na Alameda Virgílio Moreira. Até quando isso continuará? Já foram constatadas as precárias condições daquela via, através de laudo, ocorrências e, até quando de uma simples chuva, são poças e poças na pista. A qualidade da pavimentação é duvidosa. Não há uma passarela para os pedestres atravessarem a pista, principalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais um acidente fatal ocorreu na Alameda Virgílio Moreira. Até quando isso continuará? Já foram constatadas as precárias condições daquela via, através de laudo, ocorrências e, até quando de uma simples chuva, são poças e poças na pista. A qualidade da pavimentação é duvidosa. Não há uma passarela para os pedestres atravessarem a pista, principalmente aos operários de grande indústria do local. O triste é que se trata de uma obra relativamente nova. Deve-se tomar cuidado com a liberação de obras naquela avenida.<br />
Por conta de um irresponsável crédito fácil, o número de veículos de nosso município aumentou consideravelmente e, com isso, também os problemas no trânsito. Mesmo com a considerável melhoria da educação de muitos condutores há ainda o descaso de outros tantos. Falta respeito para com o pedestre, para com os ciclistas e com os próprios condutores de outros veículos.<br />
É notório que existem pontos de conflito que carecem de estudo, para melhorias. Entre outros repetimos: o cruzamento das ruas Zeferino Bittencourt com Nossa Senhora de Fátima, próximo ao Hospital. A confluência entre as vias XV de Julho, Sete de Setembro e Rua dos Operários. Trechos com grande extensão de guias rebaixadas, em frente a estabelecimentos diversos, em detrimento aos pedestres. Os pontos de ônibus do Hospital e da Praça da Bandeira estão inadequadamente locados. A falta de uma &#8220;gota&#8221; de retorno na confluência das Ruas Trajano Grácia e Antonio Cavalin. Garagens de grandes veículos no centro da cidade. Que tal a presença de um guarda na Rua XV de Julho em dias de feira? Isso disciplinaria o acesso de veículos à Feira de Hortifrutigranjeiros.<br />
Como ficou a propalada implantação do necessário estacionamento regulamentado no centro da cidade? As vagas teriam a rotatividade necessária, beneficiando a todos os usuários.<br />
E a fiscalização da acessibilidade em locais públicos, de acordo com a norma nacional? Com certeza, se implantada, essa medida humanizaria a mobilidade de nossa cidade. São medidas simples, porém necessárias a serem implantadas.<br />
Além de tudo isso, há a necessidade da conscientização dos usuários (motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres) para a diminuição de ocorrências. Como é sabido e óbvio, o trânsito é composto por vidas e, se houver respeito à legislação, menos acidentes ocorrerão. Infelizmente, muitos motoristas só modificam seu modo de comportamento através de punição, de multa e de notificação.<br />
O trânsito é feito para pessoas, mas cada um deve fazer a sua parte, motoristas, pedestres, ciclistas e motociclistas. Mudando nossas atitudes contribuiremos para um melhor trânsito.<br />
O povo merece que os pesados impostos cobrados sejam devidamente aplicados, retornando em benefícios para toda comunidade.</p>
<p style="text-align: right;">Texto: Dagoberto Waydzik</p>
<p style="text-align: right;">Publicado na edição 619, 16 de maio de 2012.</p>
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		<title>Procuradoria municipal derruba ação na ordem de R$ 65 milhões</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 21:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor Geral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Juizado de direito de Irati extinguiu a execução do direito aos atrasados aos servidores públicos Irati - O juiz de direito de Irati, Fernando Eugênio Martins de Paula, publicou na última terça (7) decisão &#8211; em primeira instância &#8211; favorável à Procuradoria Municipal quanto aos embargos à execução de cobrança de valores atrasados pelo Sindicato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Juizado de direito de Irati extinguiu a execução do direito aos atrasados aos servidores públicos</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Irati -</strong> O juiz de direito de Irati, Fernando Eugênio Martins de Paula, publicou na última terça (7) decisão &#8211; em primeira instância &#8211; favorável à Procuradoria Municipal quanto aos embargos à execução de cobrança de valores atrasados pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Irati (SISMI). Segundo a sentença proferida pelo juiz, a extinção da cobrança dos atrasados ocorreu porque o Sindicato pediu a execução de cobrança dos valores atrasados somente em setembro de 2010, quando já havia prescrito o prazo de cinco anos para que o direito fosse concedido, encerrado em setembro de 2008, uma vez que a sentença havia transitado em julgado em 18 de março de 2003.<br />
O juiz buscou, nos autos da ação 362/97, averiguar se havia alguma causa interruptiva da prescrição e observou que o SISMI requereu em 19 de julho de 2004 a execução coletiva do julgado, o que seria considerado causa de interrupção da prescrição, conforme o artigo 617 do Código de Processo Civil (CPC), desde que observado o disposto no artigo 619 do mesmo Código, que preceitua a ocorrência de citação válida, algo que o sindicato deixou de observar, segundo alegação do juiz.<br />
A sentença cita que &#8220;após várias diligências e incidentes a ação foi abandonada pelo exequente [o Sindicato], que preferiu ajuizar ações individuais. Aliás, nem mesmo as custas para os atos citatórios foram depositadas pelos exequentes&#8221;. O juiz ainda considera que a execução coletiva não pode ser categorizada como causa de interrupção da prescrição, pela ausência de citação válida.<br />
Mesmo que fosse válida, a prescrição correria pela metade a partir do ato interruptivo, ou seja, a partir da propositura da execução coletiva, em julho de 2004, o que não alteraria a contagem do prazo iniciado em março de 2003, uma vez que deve ser respeitado o prazo mínimo de cinco anos. Dessa forma, a petição inicial foi negada e a execução foi extinta.<br />
Conforme o procurador do Município, Silmar Ditrich, a soma desses valores em atraso, até setembro de 2010, já acumulava em torno de R$ 65 milhões, valor bem próximo dos R$ 68,6 milhões previstos no orçamento municipal de 2013. Há pouco mais de um ano, o próprio sindicato já estimativa que a dívida retroativa, em relação ao aumento prometido, passava dos R$ 69 milhões. Hoje, o SISMI contesta a decisão judicial e afirma que sequer foi notificado até o momento.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SISMI-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15723" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SISMI-2.jpg" alt="" width="420" height="317" /></a><br />
A ação 362/97, movida pelo Sindicato para reivindicar aumento de 35,76% prometido pelo então prefeito Felipe Lucas (através do decreto-lei 120/95) e posteriormente revogado por um novo decreto, 10/96, gerou dois direitos, com trânsito em julgado para ambas as situações: o direito à incorporação e o direito que, ao longo do tempo, gerou o direito ao pagamento retroativo de valores atrasados, resultantes do aumento que deveria ter ocorrido.<br />
O direito à incorporação de 35,76% aos salários dos servidores está sendo discutido atualmente no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Já o direito aos atrasados &#8211; que foi extinto &#8211; é independente da incorporação, embora esteja ligado à mesma ação, explica Ditrich. &#8220;O juiz de direito de Irati acolheu essas execuções, que eram mais de 900 ações individuais, entendeu que a Procuradoria estava correta e nos deu parecer favorável&#8221;, comenta o procurador municipal. Ele explica que ainda existe a possibilidade de o sindicato entrar com um novo processo. &#8220;Porém, a decisão, tanto a nossa alegação quanto a decisão do juiz, estão pautadas sob a corrente já pacífica do STJ. Isso quer dizer que dificilmente será revertida essa ação&#8221;, assegura.<br />
De acordo com Ditrich, a demora nesse período para a execução da cobrança dos atrasados incorreria na correção de tais valores e na aplicação de juros mensais, que faria o montante da dívida crescer de forma progressiva.<br />
Com a decisão judicial, o sindicato perde o direito a receber os atrasados. &#8220;No meu ponto de vista, eu evitei uma quebra do município. Uma ordem de R$ 65 milhões, ou mais, porque vai corrigindo, nós temos que pensar isso. É lógico que não poderíamos pagar tudo de uma vez só, mas tudo isso sacrificariam obras, serviços, saúde, em outras coisas&#8221;, defende o procurador, que ainda observa que é seu papel defender o erário público.<br />
Contestação<br />
O SISMI ainda não manifesta uma posição oficial, alegando não ter sido intimado ou notificado. &#8220;O Sindicato soube da decisão através da imprensa&#8221;, diz o presidente José Bodnar. O presidente do SISMI afirma que o sindicato pretende tomar as providências necessárias junto de seus advogados para que o funcionalismo não seja prejudicado.<br />
&#8220;Existem outras instâncias, outras esferas, em que o sindicato pode recorrer&#8221;, defende.<br />
Sobre a alegação do juiz para a extinção do processo, Bodnar retruca que a ação jamais ficou parada. &#8220;O que aconteceu é que a Prefeitura usou todos os subterfúgios para poder postergar essa decisão. Por isso, o processo não ficou parado. Aqui no Fórum mesmo o juiz deu ganho de causa aos funcionários, quanto aos atrasados&#8221;, rebate.<br />
Ele lembra que o desembargador Mendonça de Assunção, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) negou prosseguimento ao recurso interposto pela Prefeitura, em agosto de 2011. &#8220;Fez um agravo no Tribunal de Justiça e também perdeu, a ação transitou em julgado para ser executada. Assim mesmo, a Prefeitura continuou recorrendo. Recorreu ao STF e ao STJ. Na primeira decisão do STJ, ela perdeu também, através do ministro Castro Meira&#8221;, comenta. Segundo ele, ainda se aguarda a decisão sobre um novo agravo, em relação aos 35,76%.<br />
&#8220;Não tem por que se pensar em outra decisão aqui, paralela a essa, que possa sobrepor uma decisão de uma corte superior. Além do mais, existe um documento no processo pelo qual esse mesmo juiz se diz impedido de julgar porque a irmã dele faz parte da ação&#8221;, contesta.<br />
O documento a que Bodnar se refere diz respeito ao pedido do juiz de Irati em se afastar do julgamento dos 35,76%, uma vez que sua irmã integra o funcionalismo público municipal. &#8220;Ali não é bem específico, então não quero entrar em detalhes jurídicos, isso quem vai ver são nossos advogados. Não que seja essa nossa linha de defesa&#8221;, complementa o presidente.<br />
Bodnar ainda afirma que a procuradoria municipal teria &#8220;segurado&#8221; a documentação do processo durante um ano e meio, o que também deveria contar, segundo ele, como paralisação do processo.<br />
Já em relação à sentença dada pelo juiz de que os servidores teriam que arcar com as custas aos embargos e honorários, o presidente do SISMI reafirma que não há motivos para o funcionalismo se preocupar, pois o sindicato recorrerá da decisão.<br />
&#8220;Ainda não sabemos da posição e decisão oficiais do juiz. A partir do momento em que tivermos, já vamos tomar as providências específicas a esse caso. Conforme a orientação dos nossos advogados, o processo nunca ficou paralisado. Então não considero extinta essa ação. Contesto essa decisão e vamos contestar até o final&#8221;, reafirma Bodnar.<br />
Execução<br />
O SISMI, na qualidade de substitutivo processual, executou de modo autônomo e individualizado os autos 362/97, em nome de todos os servidores municipais, tanto os atuais quanto aqueles que não se encontram no quadro de funcionários. O Sindicato anexou à inicial uma relação de substituídos (483 servidores) à ação que pretendia fazer valer os direitos adquiridos pelos servidores públicos municipais de reajuste de 35,76% sobre seus vencimentos, conforme previsto na lei 1278/95.<br />
Alguns argumentos legais asseguraram tal direito aos servidores, e determinaram:<br />
a) a legitimidade do sindicato em representar os sindicalizados;<br />
b) a eficácia plena do Decreto 120/95, pois a lei 1278/95 já era vigente quando o decreto foi publicado, e aguardava-se somente a implantação do reajuste, que passaria a valer em janeiro de 1996;<br />
c) a ilegalidade e nulidade do decreto 010/96, que revogava esse direito;<br />
d) a tutela dos direitos perseguidos pelo sindicato, culminado no pagamento, pela Administração, dos reajustes devidos, a partir de janeiro de 1996;<br />
e) que decorrido o prazo recursal, os autos fossem remetidos ao Tribunal de Justiça do Paraná, para reexame.<br />
A decisão transitou em julgado em 18 de março de 2003, e o processo acabou dividido em duas vertentes. A primeira delas diz respeito à execução da incorporação de diferença, alvo de recurso e que ainda depende de decisões por parte do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF). Ambos vão dirimir a quem se aplica a incorporação: se aos substituídos constantes de rol anexado aos autos do processo (483 servidores); aos substituídos sindicalizados até o momento da sentença que reconheceu o direito ou, ainda, aos substituídos sindicalizados até o trânsito ou, finalmente, a todos de forma geral e indistinta, da forma como tem postulado o sindicato. A segunda vertente do processo concerne à execução dos atrasados, cujo prazo prescreveu.<br />
Em decorrência do início das execuções, a partir de setembro de 2010, pela distribuição e autuação da execução de cumprimento da sentença de forma autônoma e individualizada, o Município de Irati foi citado para opor embargos à execução.<br />
Silmar Ditrich ainda explica que, como foram ajuizadas mais de 900 ações individualizadas, geram-se custas processuais em torno de mil reais para cada uma delas, o que acresceriam despesas de quase R$ 1 milhão ao Município se a decisão fosse favorável ao SISMI, pois os embargos de execução também geram essas custas processuais. Caso fosse apenas um processo coletivo, os embargos custariam apenas mil reais. Portanto, cada servidor terá de arcar ainda com tais custas, além de perder o direito aos atrasados, teria também de custear os honorários aos embargos.</p>
<p style="text-align: right;">Texto e foto da capa: Edilson Kernicki, da Redação</p>
<p style="text-align: right;">Publicado  na edição 619,16 de maio de 2012</p>
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		<title>Ex-ativista polonesa na Bielorrússia visita Irati</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 19:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor Geral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Andzelika Borys passou alguns dias na cidade compartilhando elementos da cultura polonesa, como a língua, a história e a religiosidade Irati - A polonesa Andzelika Borys visitou a cidade de Irati ao longo da última semana, onde foi recepcionda pelo Núcleo da Representação Central da Comunidade Polonesa no Brasil (Braspol), a fim de desenvolver uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Andzelika Borys passou alguns dias na cidade compartilhando elementos da cultura polonesa, como a língua, a história e a religiosidade</em></p>
<p><strong>Irati -</strong> A polonesa Andzelika Borys visitou a cidade de Irati ao longo da última semana, onde foi recepcionda pelo Núcleo da Representação Central da Comunidade Polonesa no Brasil (Braspol), a fim de desenvolver uma série de atividades que visam a preservação e valorização da cultura polonesas. Andzelika foi presidente da União dos Poloneses na Bielorrússia entre 2005 e 2010 e foi ativista política que defendeu a causa polonesa nesse país, em que eles são minoria étnica.</p>
<div id="attachment_15718" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-024.jpg"><img class="size-full wp-image-15718" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-024.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Ao lado da presidente da Braspol de Irati e de uma aluna da escola de Gonçalves Júnior, Andzelika entoa o hino da Polônia</p></div>
<div id="attachment_15717" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-078.jpg"><img class="size-full wp-image-15717" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-078.jpg" alt="" width="420" height="560" /></a><p class="wp-caption-text">Estes trajes foram trazidos da Polônia</p></div>
<p>Nascida em 1973, até o ensino médio, ela estudou nas vilas rurais de Podlipki e Grodno, na Bielorrússia, vindo a cursar, posteriormente, Letras e Psicologia, em Zamosc e Bialystok, na Polônia. Uma vez formada, decidiu voltar à Bielorrússia para ensinar o idioma polonês nas escolas de Grodno e Odeslku.<br />
Em 1995, passou a ser membro da União dos Polacos na Bielorrússia (UPB) e, depois de três anos na chefia do Departamento de Educação da entidade, foi eleita no Congresso da UPB a presidente da Associação da minoria étnica naquele país, para surpresa das autoridades. Dez anos depois, o Ministério da Justiça anulou o pleito, e a facção pró-governo realizou um novo congresso, que elegeu como presidente Józef Luczniki, dividindo, assim, a UPB em dois grupos conflitantes.<br />
Por suas atividades, diversas vezes Andzelika enfrentou processos da justiça bielorrussa. Desde março de 2005, ela respondeu a vários interrogatórios de promotores, de policiais e da KGB &#8211; Komitet gosudarstvennoi bezopasnosti, o Comitê de Segurança do Estado no tempo da União Soviética. Várias vezes condenada a multas e prisões.<br />
A justiça da Bielorrússia chegou a condená-la a pagar 1,4 milhão de rublos (400 euros = R$ 1020) por organizar concertos de uma banda polonesa em Grodno, em 2008. Dois anos depois, novamente condenada a pagar outra multa, de 4,2 milhões de rublos (mil euros = R$ 2550), desta vez por supostas &#8220;atividades ilegais de caridade&#8221;. Alegando motivos pessoais, ela anunciou sua demissão da UPB em junho de 2010.<br />
Por aqui, Andzelika Borys desembarcou na quarta (9), no aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais (PR) e, de lá, veio até Irati, onde participou de um jantar que reuniu autoridades. Desde quinta (10), ela ministrou aulas sobre a história da Polônia, de língua polonesa e ensinou cantos sacros. As aulas de língua polonesa incluíram dinâmicas com peças teatrais, jograis e declamação de poesias.</p>
<div id="attachment_15712" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-085.jpg"><img class="size-full wp-image-15712" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-085.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Junto de crianças e professores, ela visitou as igrejas da localidade</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-062.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15713" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-062.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a></p>
<p><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-068.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15714" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-068.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a></p>
<p><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-072.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15715" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-072.jpg" alt="" width="420" height="366" /></a></p>
<p><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-054.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15716" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/andzelika-borys-054.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a></p>
<p>No sábado (12), além das aulas de língua e de cânticos, ela falou rapidamente de algumas receitas da culinária típica polonesa. No domingo (13), participou de uma missa na Igreja São Miguel, além de falar no programa de rádio Godzina Polska. Também percorreu casas de descendentes de poloneses. As atividades da passagem dela por Irati se encerraram nesta terça, com uma confraternização, após ela ministrar aulas sobre os dias santos e feriados, língua polonesa e cânticos sacros.<br />
Porém, antes, na segunda (14), Andzelika visitou a Escola Municipal Rural dos Colonizadores de Gonçalves Júnior e o Colégio Estadual Gonçalves Júnior &#8211; que funcionam no mesmo prédio &#8211; onde foi acolhida pelos alunos do 6º e 7º anos do Ensino Fundamental. Os estudantes estavam caracterizados com trajes típicos usados pelo Grupo Folclórico Dolina. Andzelika foi acolhida pelas crianças e professores com um café da manhã que incluía embutidos típicos da Polônia, como a cracóvia, queijos, pães, cuques e cerveja caseira &#8211; servida somente para os adultos.<br />
Ela conversou com as crianças e cantou com elas o hino da Polônia e outra música, equivalente ao nosso &#8220;Parabéns para Você&#8221;, desejando mais 100 anos de vida para a imigração polonesa no Brasil. Andzelika percorreu com as crianças algumas das ruas de Gonçalves Júnior, onde visitou algumas igrejas da cultura polonesa e ucraniana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a ajuda da presidente do Núcleo da Braspol em Irati, Nelsi Pabis, que nos serviu de intérprete, tivemos um rápido bate-papo com Andzelika Borys. Confira:<br />
<strong>Hoje Centro Sul:</strong> Você já esteve no Brasil? Como é sua passagem pelos demais países com presença de descendentes de poloneses?<br />
<em>Andzelika Borys:</em> No Brasil é a primeira vez, mas na Europa já estive em vários países. Estou no Brasil para ajudar, para colaborar com a Braspol. Durante muitos anos, participei do grupo do Senado na Polônia e lá era uma representante dos poloneses da Bielorrússia na Polônia. Aqui no Brasil, meu objetivo é ensinar a língua, a cultura e a tradição polonesas a todos os interessados.<br />
<strong>HCS:</strong> Lá na Bielorrússia, você teve uma participação como ativista política em busca de liberdade de expressão dos poloneses dentro desse país. Como essa questão era desenvolvida por lá?<br />
<em>Andzelika:</em> Você está bem orientado a meu respeito e é o primeiro a me fazer uma pergunta de natureza política aqui no Brasil. Isso reforça que você tem uma orientação sobre meu contexto. No Brasil temos mais liberdade que na Bielorrússia, lá fui uma militante que lutou para que os poloneses tivessem liberdade para desenvolver, cultuar e viver as tradições polonesas dentro da Bielorrússia. No Brasil, agora não existem problemas políticos que impeçam a vivência dessa cultura.<br />
<strong>HCS:</strong> O que você tem trabalhado com os descendentes de poloneses no Brasil?<br />
<em>Andzelika:</em> Sou uma voluntária e aqui no Brasil não desenvolvi um trabalho específico com crianças, mas muito mais com os jovens. Dentro desse trabalho de preservação da cultura, foram feitas muitas peças teatrais. Estive em vários núcleos da Braspol aqui no Brasil e ajudei em algumas organizações da Braspol.<br />
<strong>HCS:</strong> O Brasil é caracterizado por uma mistura cultural e étnica. Como você observa essa preservação cultural, em específico dos poloneses? Você notou traços de outras culturas incorporados aos costumes poloneses?<br />
<em>Andzelika:</em> O Brasil é composto por várias tradições e várias etnias, e isso é muito bonito. Noto que essas culturas podem se misturar, pela assimilação, pela convivência. Observei por onde percorri, por onde estive, que os poloneses preservam sua cultura tal qual na Polônia.<br />
<strong>HCS:</strong> Portanto, você não nota um risco de a cultura polonesa perder seus traços culturais característicos?<br />
<em>Andzelika:</em> Entendo que não e que eles não podem se perder. A menos que haja o retorno de uma ditadura para proibir o exercício dos costumes estrangeiros, acho que não.</p>
<p style="text-align: right;">Texto e fotos: Edilson Kernicki, da Redação</p>
<p style="text-align: right;">Publicado na edição 619, 16 de maio de 2012.</p>
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		<title>Carro oficial é flagrado realizando manobras irregulares durante madrugada</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor Geral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vídeo publicado no You Tube denuncia suposto mau uso de veículo oficial da Prefeitura de Irati Confira aqui o flagrante registrado por um morador de Irati Irati – Um morador de Irati publicou no You Tube um vídeo que flagra o suposto mau uso de veículo oficial da Prefeitura Municipal de Irati. Nas imagens, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Vídeo publicado no You Tube denuncia suposto mau uso de veículo oficial da Prefeitura de Irati</em></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=afIf3Lq9yto">Confira aqui o flagrante registrado por um morador de Irati</a></p>
<p><strong>Irati</strong> – Um morador de Irati publicou no You Tube um vídeo que flagra o suposto mau uso de veículo oficial da Prefeitura Municipal de Irati. Nas imagens, é possível observar que um carro a serviço da Prefeitura para diante de uma casa na Rua dos Operários, na região da Moageira, no Centro da cidade. De acordo com a descrição do vídeo, o fato teria acontecido por volta de 0h30 do dia 10 de maio, uma quinta-feira. Ao fundo, até dá para se ouvir a narração de um jogo de futebol vindo de uma televisão.</p>
<p>A descrição feita pela pessoa que postou o vídeo ainda dá conta de que o carro da Prefeitura era conduzido por um rapaz aparentemente menor de idade, que estava embriagado, e chegou até um bar, do outro lado da rua, de dentro do qual a cena foi filmada, e pediu pinga. O proprietário do estabelecimento, ainda de acordo com a descrição postada no site de compartilhamento de vídeos, teria se negado a vender a bebida ao motorista.</p>
<p>Aos 45 segundos do vídeo, observa-se que o condutor do VW Gol com emblema da Prefeitura na porta tenta arrancar o veículo dali, que logo em seguida “morre” e começa a fazer manobras bruscas até conseguir retirar o automóvel do local onde estava parado. Apesar do que alega a descrição do vídeo, não fica tão claro assim se o motorista estaria realmente bêbado, se o automóvel apresentava falhas mecânicas ou se seria imperícia do condutor. Num trecho de aproximadamente 30 metros, o motorista aciona a chave de partida do veículo pelo menos sete vezes até conseguir fazer o carro andar.</p>
<p>O secretário municipal de Administração, Anadir Sequinel, conversou conosco por telefone, pois estava internado no hospital, e relatou que a Prefeitura já abriu uma sindicância para apurar a queixa. Deve ser elaborado um laudo conclusivo sobre a questão em até 30 dias. De acordo com ele, a Prefeitura já possui de 80% a 90% de certeza a respeito de qual veículo seria o que aparece nas imagens.</p>
<div id="attachment_15708" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/rua-dos-operários-006-site.jpg"><img class="size-full wp-image-15708" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/rua-dos-operários-006-site.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">O flagrante aconteceu na Rua dos Operários, no último dia 10</p></div>
<p>A qualidade razoável do vídeo não permite identificar com clareza a placa nem por qual secretaria ele é utilizado, sem usar outros recursos. Contudo, características do veículo, como posição de adesivos, a cor das calotas dos pneus e parachoques, entre outras, facilitariam a identificação do veículo dentro da frota e, dessa forma, quem seria o funcionário responsável pelo veículo naquele horário.</p>
<p>Sequinel ainda disse que é provável que a pessoa que aparece conduzindo o automóvel no vídeo não seja necessariamente funcionário da Prefeitura, mas alguma pessoa de confiança do funcionário. De qualquer forma, o funcionário que permitu que um terceiro usasse o veículo para ir até o bar deve ser penalizado de acordo com o estatuto do funcionalismo público, segundo o secretário de Administração. Vale lembrar que num veículo dessa natureza sequer é permitido dar carona.</p>
<p>O vídeo com o flagrante pode ser visto no seguinte link: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=afIf3Lq9yto">http://www.youtube.com/watch?v=afIf3Lq9yto</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto: Edilson Kernicki, da Redação</p>

<a href='http://www.hojecentrosul.com.br/cidades/carro-oficial-e-flagrado-realizando-manobras-irregulares-durante-madrugada/attachment/carro-prefeitura-3/' title='carro prefeitura 3'><img width="150" height="150" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/carro-prefeitura-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="carro prefeitura 3" title="carro prefeitura 3" /></a>
<a href='http://www.hojecentrosul.com.br/cidades/carro-oficial-e-flagrado-realizando-manobras-irregulares-durante-madrugada/attachment/carro-prefeitura-1/' title='carro prefeitura 1'><img width="150" height="150" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/carro-prefeitura-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="carro prefeitura 1" title="carro prefeitura 1" /></a>
<a href='http://www.hojecentrosul.com.br/cidades/carro-oficial-e-flagrado-realizando-manobras-irregulares-durante-madrugada/attachment/carro-prefeitura-2/' title='carro prefeitura 2'><img width="150" height="150" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/carro-prefeitura-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="carro prefeitura 2" title="carro prefeitura 2" /></a>
<a href='http://www.hojecentrosul.com.br/cidades/carro-oficial-e-flagrado-realizando-manobras-irregulares-durante-madrugada/attachment/gedsc-digital-camera-125/' title='GEDSC DIGITAL CAMERA'><img width="150" height="150" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/rua-dos-operários-006-site-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O flagrante aconteceu na Rua dos Operários, no último dia 10" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" /></a>

<p>&nbsp;</p>
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		<title>16ª KiwiFest movimenta cerca de R$ 2 milhões em negócios</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor Geral</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[O comércio de kiwi superou a marca do ano passado: foi vendida uma tonelada a mais que em 2011 Mallet - Uma festa para toda a família. É assim que os organizadores da 16ª Kiwifest estabeleceram a agenda do evento que se consolida como o principal no calendário malletense. Atrações e atividades que agradaram aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>O comércio de kiwi superou a marca do ano passado: foi vendida uma tonelada a mais que em 2011</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/festa-do-kiwi-0303.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15689" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/festa-do-kiwi-0303.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a></p>
<div id="attachment_15690" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/festa-do-kiwi-0192.jpg"><img class="size-full wp-image-15690" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/festa-do-kiwi-0192.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">A costela foi posta no fogo bem cedo na quinta-feira</p></div>
<div id="attachment_15691" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/festa-do-kiwi-0202.jpg"><img class="size-full wp-image-15691" title="GEDSC DIGITAL CAMERA" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/festa-do-kiwi-0202.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Um parquinho de diversões estava à disposição das crianças</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mallet -</strong> Uma festa para toda a família. É assim que os organizadores da 16ª Kiwifest estabeleceram a agenda do evento que se consolida como o principal no calendário malletense. Atrações e atividades que agradaram aos mais variados gostos, mais uma vez atraíram um numeroso público que garantiu o sucesso dessa promoção.<br />
O CTG Brasido da Tradição chegou cedo ao Centro de Eventos de Mallet (CETEM) na quinta (10), para acender a lenha e por dezenas de quilos de costela para assar. O aroma deste prato muito apreciado já atraía pessoas para o local desde o finzinho da tarde. Sorte de quem pôde saborear a costelada.<br />
De manhã, produtores de frutas participaram de um Dia de Campo, na Packing House, em que puderam aperfeiçoar os conhecimentos sobre a fruticultura e aplicar novas técnicas de produção em seus pomares. Todos eles participaram ainda de um almoço.<br />
Com os pavilhões abertos na manhã de sexta (11) para que a festa definitivamente começasse, restava às autoridades municipais fazer a abertura solene do evento, que contou com a presença do prefeito César Flenik e várias personalidades. Um concurso nesse dia também escolheu o melhor kiwi de Mallet.</p>
<div id="attachment_15695" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/léo-e-jr.-1.jpg"><img class="size-full wp-image-15695" title="léo e jr. (1)" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/léo-e-jr.-1.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">O som sertanejo animou todas as noites do evento. Na abertura, Léo e Júnior atraíram grande multidão</p></div>
<div id="attachment_15694" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/léo-e-jr.-7.jpg"><img class="size-full wp-image-15694" title="léo e jr. (7)" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/léo-e-jr.-7.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">O filho do prefeito, Christian Flenik, e sua esposa, Daniela</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_15696" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/léo-e-jr.-8.jpg"><img class="size-full wp-image-15696" title="léo e jr. (8)" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/léo-e-jr.-8.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">A dupla Léo e Júnior posa ao lado dos organizadores do evento</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_15697" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/léo-e-jr.-2.jpg"><img class="size-full wp-image-15697" title="léo e jr. (2)" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/léo-e-jr.-2.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">O prefeito e a primeira dama assistem ao show de Léo e Júnior. À direita, o secretário de Agricultura, Fernando Abel Czpak</p></div>
<p style="text-align: justify;">A moçada se divertiu a valer na noite de sexta com variadas opções. Teve show da dupla Léo &amp; Júnior, intérpretes do sucesso &#8220;Oh, lá em casa&#8221;, e de várias músicas que embalam as festas universitárias mais animadas em todo o Brasil. Quem não curte tanto assim o sertanejo não ficou de fora da festa, e pôde acompanhar as apresentações das bandas Rock Brother e Moto Rocker.</p>
<p style="text-align: justify;">No sábado (12), os frequentadores foram recebidos com o já tradicional café colonial, em que também são servidos derivados de kiwi. Dessa vez, a moçada da melhor idade teve sua chance de balançar ao som do Estilo Fandangueiro, num baile com bastante gente empolgada. À noite, foi a vez do grupo ponta-grossense Talagaço animar a multidão.</p>
<p style="text-align: justify;">No domingo (13), muitas famílias vieram até o CETEM, para aproveitar todas as atrações da festa, que também tinha um parque de diversões, praça de alimentação e vários estandes de artesanato e confecções, além, é claro, de kiwi e derivados. A dupla Hugo &amp; Thiago, revelada no programa Fama, encerrou as festividades com um show que reuniu milhares de pessoas.</p>
<div id="attachment_15701" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/hugo-e-thiago-5.jpg"><img class="size-full wp-image-15701" title="hugo e thiago (5)" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/hugo-e-thiago-5.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Os cantores revelados no Fama cantaram seus grandes sucessos</p></div>
<div id="attachment_15700" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/hugo-e-thiago-1.jpg"><img class="size-full wp-image-15700" title="hugo e thiago (1)" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/hugo-e-thiago-1.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">A dupla Hugo e Thiago recebe o prefeito e a primeira dama nos bastidores</p></div>
<div id="attachment_15699" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/hugo-e-thiago-91.jpg"><img class="size-full wp-image-15699" title="hugo e thiago (9)" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/hugo-e-thiago-91.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">A criançada fez a festa no palco no último dia do evento, ao lado da dupla Hugo e Thiago</p></div>
<p style="text-align: justify;">
De acordo com o secretário municipal de Agricultura, Fernando Abel Czpak, ao longo dos quatro dias de festa foram movimentados cerca de R$ 2 milhões em comércio de implementos agrícolas, veículos e nos estandes de variados artigos de artesanato, confecções e, obviamente, na comercialização de frutas e derivados. O secretário comentou que foram vendidas duas colhedeiras, que juntas representam soma financeira da ordem dos R$ 800 mil. Também foram negociados outros sete tratores, que juntos custam mais de R$ 600 mil, além de vários equipamentos agrícolas e mais três veículos, que somam R$ 70 mil.<br />
Dentro dos variados estandes de confecções, artesanato, utilidades, entre outros, o secretário estima lucro de R$ 60 mil em vendas desses produtos. Já em relação ao carro-chefe da festa, o kiwi, foram vendidas 11 toneladas, superando a marca das 10 comercializadas na última edição.<br />
Conforme estimativas não oficiais do próprio secretário, cerca de seis mil pessoas teriam circulado pelo Centro de Eventos de Mallet no sábado (12), durante o baile e em torno de 10 mil pessoas tanto no sábado (12) quanto no domingo (13). Informações da 2ª Companhia da Polícia Militar de União da Vitória dão conta de que 30 mil pessoas circularam pelo CETEM durante os quatro dias de evento.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/motorock-4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15692" title="motorock (4)" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/motorock-4.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a></p>
<div id="attachment_15693" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/motorock-3.jpg"><img class="size-full wp-image-15693" title="motorock (3)" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/motorock-3.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">A galera do &quot;pretinho básico&quot; aproveitou a rolé o sahow da banda curitibana Moto Rock</p></div>
<p style="text-align: right;">Texto: Edilson Kernicki, da Redação<br />
Fotos: Divulgação</p>
<p style="text-align: right;">Publicado na edição 619, 16 de maio de 2012.</p>
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		<title>Par ou ímpar?</title>
		<link>http://www.hojecentrosul.com.br/editoriais/par-ou-impar/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 21:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor Geral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Talvez seja no famoso joguinho de sorte que o futuro democrático está sustentado. Algum tempo decorreu desde a possibilidade de se discutirem nas Câmaras de Vereadores de todo o Brasil o aumento ou manutenção nas cadeiras do Legislativo, vista por alguns como &#8220;devolução&#8221; da representatividade política, ou mesmo como &#8220;a reparação de um erro&#8221;. Contudo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Talvez seja no famoso joguinho de sorte que o futuro democrático está sustentado. Algum tempo decorreu desde a possibilidade de se discutirem nas Câmaras de Vereadores de todo o Brasil o aumento ou manutenção nas cadeiras do Legislativo, vista por alguns como &#8220;devolução&#8221; da representatividade política, ou mesmo como &#8220;a reparação de um erro&#8221;.<br />
Contudo, muito próximo de se iniciarem as convenções partidárias para definir coligações para a disputa tanto pela Prefeitura quanto pela Câmara de Vereadores, os legisladores de Irati ainda não decidiram quantos nomes devem ser definidos na consulta de 1º de outubro: se mantidos os atuais dez, se será acrescido um, para ficar um número ímpar ou, ainda, se voltaremos a ter 13 vereadores, como antes do corte de cadeiras no legislativo.<br />
Os vereadores evitaram a todo custo a polêmica que o tema envolve, demorando a se posicionar de fato sobre a questão e colocando a responsabilidade da opinião sobre a presidência de seus partidos. A não ser nos casos em que o próprio vereador preside um partido.<br />
Na tribuna livre desta segunda, apenas um dos vereadores defendeu o aumento no número de vereadores para um número ímpar, talvez 11 ou mesmo 13, sob a alegação de que o número par impede o exercício de fato da democracia, pois deixa de existir o &#8220;voto de Minerva&#8221; do presidente nos casos de empate. O argumento é até plausível, mas sequer se aplica muito às discussões na atual composição da Câmara de Irati, que quase infalivelmente possuem concordância unânime e, portanto, torna desnecessário qualquer critério de desempate.<br />
Para o eleitor, fica a impressão de que a decisão será tomada às pressas para que falte tempo para que a decisão seja contestada, se for vista como desfavorável. Para o vereador, a pressão em se posicionar sobre um tema polêmico. Que a decisão possa, efetivamente, favorecer o exercício democrático, longe de ser um mero jogo de sorte para colocar mais gente dentro da Câmara.</p>
<p style="text-align: right;">Publicado na edição 619, 16 de maio de 2012.</p>
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		<title>MÍNIMAMENTE FELIZ</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 21:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor Geral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>

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		<description><![CDATA[A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida. Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.<br />
Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.<br />
Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio portes e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.<br />
&#8216;Eu contabilizo tudo de bom que me aparece&#8217;, sou adepta da felicidade homeopática. &#8216;Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.<br />
Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: &#8216;Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos. Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular:<br />
&#8216;Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível&#8217;.<br />
Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: &#8216;Comigo mesma&#8217;, respondeu. &#8216;Adoro conversar com pessoas inteligentes&#8217;.<br />
Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.<br />
Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha &#8216;dieta de felicidade&#8217; o uso moderadíssimo da palavra &#8216;quando&#8217;.<br />
Aquela história de &#8216;quando eu ganhar na Mega Sena&#8217;, &#8216;quando eu me casar&#8217;, &#8216;quando tiver filhos&#8217;, &#8216;quando meus filhos crescerem&#8217;, &#8216;quando eu tiver um emprego fabuloso&#8217; ou &#8216;quando encontrar um homem que me mereça&#8217;, tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?<br />
Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades.<br />
Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.<br />
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.</p>
<p style="text-align: right;">Leila Ferreira, jornalista</p>
<p style="text-align: right;">Publicado na edição 619, 16 de maio de 2012.</p>
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		<title>Alunos de Rebouças protestam por reforma de escola</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 21:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor Geral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de 500 alunos participaram da manifestação pelas melhorias no Colégio Professor Júlio Cesar Rebouças &#8211; Na manhã de terça-feira (8), alunos do Colégio Estadual Professor Júlio Cesar, em Rebouças, liderados pelo grêmio estudantil daquele estabelecimento de ensino, realizaram um manifesto através de uma passeata pelas principais ruas da cidade. A reivindicação é para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Cerca de 500 alunos participaram da manifestação pelas melhorias no Colégio Professor Júlio Cesar</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rebouças</strong> &#8211; Na manhã de terça-feira (8), alunos do Colégio Estadual Professor Júlio Cesar, em Rebouças, liderados pelo grêmio estudantil daquele estabelecimento de ensino, realizaram um manifesto através de uma passeata pelas principais ruas da cidade. A reivindicação é para que seja efetuada uma reforma no colégio, que há muito tempo vem sendo pleiteada.<br />
O diretor do colégio, Wesley Molinari, disse que além de protestarem por uma bem comum, os alunos estão dando um exemplo de cidadania. &#8220;Os nossos alunos têm melhorado bastante sua visão de cidadania e eles se organizaram, nos consultaram sobre a possibilidade de fazerem uma passeata para tentar mobilizar a sociedade e ver se nós conseguimos a reforma geral do nosso colégio&#8221;, diz.<br />
Esse processo já vem desde 2009, porém, até então, só foram feitas reformas básicas na escola. A principal reclamação dos alunos e da direção do colégio é o cumprimento de uma meta de reforma que visa fazer uma obra geral no estabelecimento de ensino, que foi estabelecida naquele ano. &#8220;Desde que a professora Júlia Tumasz Franco estava na direção ela já batalhava em cima dessa reforma geral. Esta planilha, que nós estamos com alguma dificuldade para que seja executada, é de 2009. Naquele ano foi feito apenas o básico para a escola continuar em funcionamento. O protesto dos alunos é para que esta planilha seja executada em sua totalidade, pois, segundo informações que nos foram passadas, existe a necessidade de se reduzir ainda mais as verbas para as obras. Então este protesto nada mais é do que os alunos pedindo que a planilha original seja executada na totalidade&#8221;, explica o diretor.<br />
Na época, o valor da reforma foi estipulado em R$ 740 mil. Porém, segundo Molinari, há apenas R$ 374 mil disponíveis para realizar as reformas na escola. &#8220;Esse valor de 2009 tem que ser atualizado, portanto essa verba que será disponibilizada não será suficiente para executar na totalidade as obras&#8221;, reclama.<br />
São várias as dificuldades encontradas pelos usuários da escola. As principais estão na parte estrutural do colégio. &#8220;Nós temos dificuldades com telhado, parte elétrica, as paredes das salas, banheiros. Então, se tiver de reduzir o orçamento e fazer pouca coisa, teremos que escolher no que vai ser usado o dinheiro. Não será uma escolha fácil&#8221;, garante o diretor Wesley Molinari.</p>
<div id="attachment_15670" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/colegio01.jpg"><img class="size-full wp-image-15670" title="colegio01" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/colegio01.jpg" alt="" width="420" height="278" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de 500 alunos, liderados pelo grêmio estudantil, protestaram por reformas no Colégio Professor Júlio Cesar</p></div>
<p style="text-align: justify;">A representante do grêmio estudantil do colégio, Adena Saray Tumasz, afirmou que os alunos se uniram e se engajaram para tentar modificar o atual quadro da situação da escola. &#8220;A escola está passando por um período de calamidade em relação à estrutura e nós precisamos urgentemente de uma reforma. Os estragos não são apenas na parte estrutural do prédio. Existem problemas nas paredes, no chão, na pintura, mas também há problemas na fiação, que podem gerar incidentes inevitáveis. Nós temos o objetivo de chamar a atenção do secretário de Educação Flávio Arns e das demais autoridades, pois nós precisamos da reforma na escola e da liberação da verba que ainda não nos foi enviada&#8221;, disse a aluna.<br />
Ela também convidou as pessoas para participarem das manifestações e reivindicarem junto ao grêmio estudantil. &#8220;Nós queríamos a participação dos alunos, dos professores e de todos os cidadãos da cidade para demonstrar a nossa indignação quanto à posição que o governo mantém sobre esse assunto&#8221;, pediu Adena.<br />
O diretor auxiliar do Colégio Professor Júlio Cesar, Baltazar Paszko, comenta que a ação do grêmio vem engrandecer a luta pelas melhorias na escola. &#8220;Há mais de quatro anos que nós tentamos junto aos órgãos públicos que a reforma seja efetuada em nosso colégio. Visto a inoperância deste fato o grêmio decidiu fazer esse manifesto para mostrar a sua indignação com essa situação&#8221;, disse Paszko.<br />
Além dos protestos nas ruas da cidade, os alunos do colégio, liderados pelo grêmio estudantil, compareceram à sessão da câmara municipal de vereadores para levar suas reivindicações aos legisladores da cidade. Durante a reunião, o presidente da Casa, vereador Ricardo Carlos Hirt Júnior comentou sobre a importância do estabelecimento de ensino para a cidade de Rio Azul e deu ênfase às dificuldades que a mesma tem enfrentado em sua parte estrutural. &#8220;Todos sabemos que a educação é a única forma de nosso país se tornar uma potência mundial. Para isso, é preciso, também, estar atento à estrutura física dos colégios e esse é o grande intuito deste pedido, feito pelos alunos, professores, equipe pedagógica e também pelos vereadores. O Colégio Professor Júlio Cesar hoje se encontra em uma situação precária. Em uma escola tão grandiosa, com números tão expressivos, onde a maioria da população de Rebouças já passou pelos seus bancos, reformas são necessárias e urgentes. Um colégio com o valor e importância como esse, para o nosso município, deve ter o respaldo das autoridades competentes. A mobilização organizada é a melhor forma de mostrar a indignação e a urgência do assunto&#8221;, discursou Júnior na sessão ordinária.<br />
A estudante Adena Saray Tumasz, representante do grêmio, também esteve presente na sessão e falou sobre a indignação de todas as pessoas que, de alguma forma, estão ligadas à escola. &#8220;Não são só os alunos que estão indignados com a posição do governo sobre esse assunto. Todos estão vendo pela situação que o colégio está passando, esse estado de decadência e calamidade. Nós estamos aqui para pedir a colaboração dos vereadores para se unir à nossa causa&#8221;, solicitou.<br />
Em resposta ao pedido da representante do grêmio, o vereador Silvio Cristiano Pszedirmiski garantiu o apoio da câmar em relação à situação. &#8220;Tenho a dizer que vamos levar essa questão imediatamente a nível estadual e também federal, com os deputados, para que nós possamos viabilizar verbas de forma urgente quanto a esse problema. É impossível um colégio dessa envergadura passar mais de quinze anos sem reforma.</p>
<div id="attachment_15669" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/colegio08.jpg"><img class="size-full wp-image-15669" title="colegio08" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/colegio08.jpg" alt="" width="420" height="278" /></a><p class="wp-caption-text">Além da passeata pelas principais ruas de Rebouças, os alunos e professores compareceram à sessão da Câmara de Vereadores</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Colégio Estadual Professor Júlio Cesar tem importância impar na cidade. Fundado em 1949, foi a primeira escola estadual da cidade. Até então, funcionavam apenas alguns estabelecimentos de ensino na sede do município. Nomeada em homenagem ao professor que lutou pela melhoria do ensino na cidade e pela instalação de um grupo de ensino que levava conhecimento a todas as partes de Rebouças, a escola hoje tem cerca de 1250 alunos, além dos diversos que já estudaram lá desde sua construção.<br />
&#8220;Esse prédio é de 1949, quantas pessoas já passaram por aqui. Nós temos recebido telefonemas de pessoas de outros lugares. As redes sociais divulgam bem o que os alunos estão pensando e essas pessoas nos ligam perguntando se é isso mesmo o que está acontecendo. É uma escola que faz parte da vida de muitas pessoas e ela tem que ser respeitada&#8221; afirma Wesley Molinari.</p>
<p style="text-align: right;">Texto: Guilherme Capello, da Redação,</p>
<p style="text-align: right;">com informações de Clayton Burgath<br />
Foto: Clayton Burgath</p>
<p style="text-align: right;">Publicado na edição 619, 16 de maio de 2012.</p>
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		<title>Cerca de 60 manifestantes protestam contra a desapropriação do CTG em Rio Azul</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 21:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor Geral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Está prevista a construção de 104 casas populares no local numa obra da prefeitura de Rio Azul em parceria com a COHAPAR Rio Azul &#8211; Na noite da última segunda-feira (14) um grupo de aproximadamente 60 cavaleiros posicionou-se em frente à câmara de vereadores de Rio Azul, momentos antes do início da sessão, às 19 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Está prevista a construção de 104 casas populares no local numa obra da prefeitura de Rio Azul em parceria com a COHAPAR</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rio Azul</strong> &#8211; Na noite da última segunda-feira (14) um grupo de aproximadamente 60 cavaleiros posicionou-se em frente à câmara de vereadores de Rio Azul, momentos antes do início da sessão, às 19 horas. Os integrantes do grupo eram membros do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Cavalo Preto e protestavam contra a destituição do CTG de suas instalações para a construção de casas populares no local.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Protesto2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-15667" title="Protesto2" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Protesto2.jpg" alt="" width="420" height="282" /></a><br />
De acordo com o presidente do CTG Cavalo Preto, Adilson Cordeiro, que o protesto foi amigável e que os membros do CTG estavam lutando pelos seus direitos. &#8220;O prefeito ainda não autenticou nada, mas ele disse na rádio que vai desmanchar o nosso parque de rodeio. Nós não queremos briga, só queremos fazer o nosso protesto de forma amigável. Mas se de fato for desmanchado nós vamos pegar assinaturas do povo de Rio Azul que queiram a permanência do nosso parque de rodeio. Nós não somos contra as casa populares, mas nós não queremos que desmanchem nosso parque&#8221;, diz.<br />
Ele diz que os representantes participaram da reunião ordinária dos vereadores e pediram para que a destituição não ocorra. &#8220;Nós participamos da reunião, não todos que estão aqui, mas os representantes do CTG estiveram presentes e pedimos de forma amigável para que isso não ocorra&#8221;, afirmou Cordeiro.<br />
O vereador Jair Boni que foi quem apresentou a indicação da instalação das 104 casas onde hoje é o CTG, disse que indicou o local, pois o mesmo se encontra numa região central da cidade, o que facilitaria na questão estrutural das pessoas que seriam contempladas pelas casas. &#8220;Há uns tempos atrás, eu sabendo que poderiam vir casas para o município de Rio Azul, ou seja, um projeto de habitação, me motivei a dar uma indicação. Como o terreno do CTG está em uma área nobre da cidade, numa área central, o local facilita para se fazer uma área habitacional. Então, seria mais fácil para a instalação de esgoto, água, luz. São 104 casas que serão instaladas no CTG e a minha indicação foi que o município encontrasse um outro terreno para servir de CTG&#8221;, explicou o vereador.<br />
Ele continua sua explanação dizendo que há muitos pedidos para a construção de casa populares na cidade e por isso não poderia desperdiçar tal oportunidade. Segundo ele, assim que saiu a indicação do terreno, começaram os estudos para viabilização da obra. &#8220;Quando vem esse projeto é preciso pegar o terreno e começar a fazer um trabalho em cima dele. Esse projeto foi aprovado por todos os vereadores na câmara e depois foi para a sanção do prefeito&#8221;, diz.<br />
Jair Boni ainda defende que deve haver um entendimento dos representantes do CTG com os órgãos públicos para que seja resolvida a situação. &#8220;A prefeitura sempre ajudou o Cavalo Preto, pois é uma festividade do município. Eu não quero que acabe com o rodeio, pois dentro das poucas festividades da cidade essa é uma das mais importantes e leva o nome de Rio Azul para outras regiões. Eu defendo que o pessoal do CTG Cavalo Preto tem que entrar em entendimento com o município para nós podermos resolver esse problema da melhor maneira possível&#8221;, diz.<br />
De acordo com Boni, a prefeitura teria de comprar outro terreno caso não pudesse utilizar o local onde hoje é o CTG para a construção. &#8220;Pelo meu conhecimento, o município não tem outro terreno que seja central e tenha o tamanho suficiente para a construção do conjunto. Como esse terreno, onde hoje está o Cavalo Preto é da prefeitura, nós não temos porque gastar dos cofres públicos para comprar outro&#8221;, afirma.<br />
São cerca de 500 famílias inscritas para serem beneficiadas com as casas populares. Boni fala da necessidade de tal obra e dos erros que foram cometidos por gestões anteriores que acabaram levando a todo o atual problema. &#8220;Nós não podemos crescer no município com o espaço que nós temos e nós não podemos deixar de beneficiar 104 famílias, por isso temos que usar o espaço. O primeiro erro aconteceu quando os vereadores da gestão passada deram 25 anos de comodato ao CTG. Tinha que ser dado menos tempo para que futuramente pudesse ser pensado no crescimento de nossa cidade. Eu torço para que essas casas saiam e também para que o Cavalo Preto tenha o seu terreno&#8221;, diz o vereador Jair Boni.<br />
Por outro lado, o presidente do CTG Cavalo Preto, Adilson Cordeiro afirma que as obras já começaram e nenhuma explicação oficial foi dada aos representantes do CTG. &#8220;Eles nem nos avisaram para começar a fazer as obras. Eles deveriam primeiro mandar um ofício para daí depois começar a mexer no terreno, afinal nós temos um presidente para isso. Mas eles fizeram sem nenhum aviso prévio&#8221;, reclama Cordeiro.<br />
Ele afirma que não se opõe a construção do CTG em outro local, desde que não seja num local muito distante e que já esteja pronto para começar a desapropriação do atual. &#8220;Nós aceitamos de fazer outro parque, mas tem que ser perto da cidade. Não lá na Pedreira ou no Faxinal dos Paula. E primeiro ele têm que aprontar outro parque para depois desmanchar o nosso. Quando o outro local estiver pronto, daí eles podem mexer no atual&#8221;, explica.<br />
O vereador Valdir Siqueira explica que entende a situação dos manifestantes , mas que as casas populares são necessárias e que a maneira de chegar a um acordo é achar um local para a alocação de um novo CTG. &#8220;Eles estão no direito deles de fazer o manifesto. Mas o município tem a necessidade de muitas casas e esse impasse acontece por causa do terreno. O CTG é uma tradição do nosso município e é necessário. Mas quando veio o projeto das casas populares, nós aprovamos, pois já havia outro local destinado para o CTG, que seria na Pedreira. Mas isso acabou não dando certo. Então eu concordo com os manifestantes, pois isso é uma tradição na cidade de Rio Azul. Nós vamos tentar achar um novo local para a apropriação do CTG, vamos conversar com as autoridades para que essa situação seja resolvida o mais rápido possível.<br />
Durante a sessão ficou decidido o agendamento de uma nova reunião com os representantes do Cavalo Pretos, vereadores e prefeito para assim chegar a uma resposta para solucionar esse problema. &#8220;Nós ouvimos a reivindicação do Edilson Cordeiro sobre o CTG Cavalo Preto onde futuramente está previsto para se construir as casas populares em parceria com a COHAPAR (Companhia de Habitação do Paraná) e vamos agendar uma reunião o mais rápido possível para que possamos entrar em consenso sobre a situação&#8221;, afirmou a presidente da câmara, Jane Luizi Skalisz Solda.</p>
<div id="attachment_15666" class="wp-caption alignright" style="width: 430px"><a href="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Protesto.jpg"><img class="size-full wp-image-15666" title="Protesto" src="http://www.hojecentrosul.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Protesto.jpg" alt="" width="420" height="282" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de 60 manifestantes protestaram em frente à câmara municipal contra a desapropriação do CTG</p></div>
<p style="text-align: justify;">
Em entrevista à Rádio Thalento, o prefeito Vicente Solda defendeu que as casas sejam construídas no local previsto, haja vista a pouca utilização do local. &#8220;As cidades estão crescendo e Rio Azul vai ser beneficiada com casas populares. Nós não podemos deixar de construí-las. Se ainda tivesse um rodeio por ano no local a situação poderia ser diferente, mas há mais de três anos que não era feito um rodeio no local, então nós temos que fazer o que é certo para a população&#8221;, defende o prefeito.<br />
Solda explicou que será gasto uma grande quantia em terraplanagem, mas justifica-se, pois será para uma obra social onde centenas de famílias serão beneficiadas. Ele ainda questionou a validade de se fornecer um terreno para o CTG Cavalo Preto, visto que este é particular. &#8220;Em todos os lugares a prefeitura tem que gastar com terraplanagem. Se é para gastar para o benefício de 104 famílias então nós vamos gastar. É um projeto social que vai dar teto para as pessoas morarem. Já com o que nós não podemos gastar é para se fazer um CTG particular, pois o Cavalo Preto não é municipal. Se os nossos CTGs, que são municipais não têm terreno do município. Então por que o município tem que dar terreno para o Cavalo Preto apenas?&#8221; questionou Vicente Solda.</p>
<p style="text-align: right;">Texto: Guilherme Capello, da Redação,</p>
<p style="text-align: right;">com informações de Clayton Burgath<br />
Foto: Marcos Moroski</p>
<p style="text-align: right;">Publicado na edição 619, 16 de maio de 2012.</p>
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