Combustí­veis Fósseis x Biocombustí­veis

Mediante a atual situação que o planeta passa, principalmente pela aceleração do aquecimento global, sua influência no clima e as conseqí¼ências de sua mudança, cada dia fica mais questionável a utilização de combustí­veis fósseis.
Dentre os pontos fracos da utilização do combustí­vel fóssil cita-se a liberação de gases contendo enxofre, que causa chuvas ácidas e a liberação de gases contendo carbono.
O principal problema relacionado aos combustí­veis fósseis é que eles liberam, na atmosfera, o carbono que estava fora do sistema atmosférico e que está aprisionado a milhares de anos nas rochas. Que faz parte do planeta, porém não faz parte da quantidade de carbono que existe livre.
A vantagem dos biocombustí­veis é que o carbono liberado por eles já estava na atmosfera, ou ainda compunha biomassa de florestas já desmatadas, por isso ele é menos prejudicial.
A principal vantagem do biocombustí­vel é que ele pega o carbono que já está na atmosfera, mesmo sabendo a sua queima libera substãncias tóxicas também, e que são pouco estudadas.
Este último é considerado ecologicamente sustentável, porém em sua cadeia de produção existem diversos impactos, desde ambientais a sociais.
O incentivo de plantaçíµes para obter este combustí­vel, seja através de cana de açúcar, soja, milho e outros, requer a utilização de solos que acabam sendo desgastados, de maquinário, adubos, corretivos de solo, herbicidas, todo tipo de agro quí­mico imaginável, que podem atingir rios, lençol freático e até a fauna. Outro grande problema reside na devastação de matas nativas para aumentar as áreas de plantio.
Outro ponto importante é a substituição de campos usados na produção de alimento para sua produção, que pode causar escassez e aumento absurdo no preço dos alimentos.
A implantação efetiva deste modelo deve ser pensada se vale o desmatamento da Amazí´nia e a extinção do cerrado.