O que se ouviu por aí­...

“Olhamos com desilusão para os acontecimentos e vemos, desiludidos, que a utopia de um paí­s melhor, menos dependente das estruturas de corrupção esvai-se junto com a confiança na classe que pode tornar o mundo melhor. Como vamos acreditar na punição dos culpados por desvio de recursos públicos e outros crimes financeiros, com tantos estratagemas legais para mantê-los impunes?”
De um comentador de noticiários, estratagemando as legalidades.

“Impressionante como o destaque para a notí­cia define o posicionamento de quem a anuncia. Se o jornalista tem convicção do que está fazendo a sua fisionomia é alguma coisa assim como o complemento da informação.”
De uma destacadora de fisionomias jornalí­sticas, redimensionando a completude noticiosa.

“Não penso que seja diferente dos outros mostradores de imagens. Alguém, por acaso, mostra a fotografia feia para um estranho?”
De um interpretador de fotografias, logicando a mostragem e diluindo as intençíµes da foto.

“Novamente vemos, aturdidos, que todas as iniciativas de implantação de polí­ticas comerciais mais justas são tripudiadas pela elite do comércio mundial. Percebemos que todos os fundamentos de igualdade e justiça são pura demagogia para quem sempre pensou em dominação como uma atitude normal de superioridade. Não há limites para a presunção e para a prepotência.”
De um delimitador de presunçíµes e prepotências, fundamentando as dificuldades de igualdades mundiais.

“Ladrão de galinha é ladrão de galinha. Ladrão de fortunas é ladrão de fortunas. Aquele somente será igual a este se a galinha for poedeira de ovos de ouro.”
De um desengraçado comparador de ladroagens, em infeliz observação lógica.

Enquanto isso, na Terra do Compromisso...
“Per fas et nefas. Gratia argumentandi.”