O que se ouviu por aí­...

“Não se ouviu nada por aí­. í‰ tudo invenção de quem não tem o que fazer e fica se enganando na crença de que alguém o lê e relaciona a suposta expressão ouvida a acontecimentos reais. Acho-as provocativas e algumas até ofensivas.”
De um achador de provocaçíµes fictí­cias, supositador de enganaçíµes inventivas, inventador de realidades ofensivas, exercitando as articulaçíµes imaginativas e relacionando identidades subjetivas. Nossa!!!

“Depois que descobri que há muitos atletas em Pequim, participando das olimpí­adas e que não têm patrocinadores, que sobrevivem esportivamente com os recursos do bolsa-atleta, passo a acreditar mais ainda nesse governo que permite, com isso, que possí­veis campeíµes vivenciem a emoção de se sentir alguém num ambiente criado para promover a aproximação entre os povos, mas que acabou se constituindo num universo antagí´nico de talentos e poderes.”
De uma antagonizadora de universos, paralelando as crenças governamentais em ní­tido propósito de se beneficiar de uma impossí­vel bolsa-simpatizante.

“Seu carisma e simplicidade contrastam com a caricatura intelectualizada antecessora da cadeira.”
De um comentador desapaixonado de caricaturas, comparando perfis e estabelecendo preferências.

“Estaremos contemporizando uma ní­tida concretização de ideologias, num tempo em que se imaginava o mundo liberto desses espaços. Se de um lado se confirma a autoridade das convicçíµes de um povo, do outro se determina que nem sempre essa autoridade é siní´nimo de sofisticação ideológica.”
De um concretizador de afirmaçíµes libertárias, determinando-se vão na avaliação contrária ao propósito afirmativo, referindo-se a liderança latina estigmatizada pela presunção burguesa.

Enquanto isso, na Terra do Compromisso...
“Santinhos e santíµes; santinhas e santonas. Ilusíµes, consciências e votos.”