O que se ouviu por aí­...

“Antes eu imaginava que essa pose de “senhores do bem” se estabelecia em função da tremenda cara de pau que se formava naturalmente; como conseqí¼ência da própria experiência polí­tica que se ia estabelecendo. Agora me dou conta de que a pose é na verdade de “intocáveis”, por conta da certeza de impunidade que caracteriza as suas funçíµes polí­ticas e paralelas a elas.”
De um trocadilhador de funçíµes diversas, entreaspando as qualidades estabelecidas na classe dominada.

“Figurinha carimbada no cenário polí­tico que se formou, nunca deixa de se embebedar nas sobras dos conluios determinados na obscuridão dos bastidores e esparramadas na superfí­cie da antisemvergonhice.”
De um conluiador aní´nimo, paradoxando o dedo no espelho.

“Enquanto existirem homens como ele, não haverá razão para se falar em ética.”
De um enquantador de existências, inconformado com a falácia enaltecida de um ditador.

“Há, sem dúvidas muito despeito. Há, sem dúvidas muito desrespeito. O que está, de falto, em fata, é respeito e peito.”
De um trocador de éles faltando com o respeito formal da fala, fragilizando fatos feitos morfemas, forçando fení´menos fonêmicos.

“Se eles fossem assim tão bons quanto dizem, não teriam perdido a eleição e depois reperdido.”
De um reperdedor de rumos, encantado com a perfeição das coisas.

Enquanto isso, na Terra do Compromisso...
“Uma araucária, no morro, sustentando uma nuvem explosiva.