

“Nossa, que chiqueza! Se tive que pará o tempo, por causa dos raio, que seje no verde.â€
De uma visitadora de final de ano, merislawiando-se involuntariamente ante a modernidade semafórica.
“Antes engraxado. Agora engraçado. E depois?â€
De um preocupado futurador, em análise presidencial historístico-humorística.
“Hei! Péra aí... vocês é que fazem as cagadas e eu é que tenho que consertar? E ainda têm a cara de pau de vir me dizer que eu fui lembrado porque todos gostam de mim? Por favor!!!â€
De um reconhecido socorredor de parentes em apuros, em desabafo restrito.
“Quero levantar esse brinde í minha ex-sogra, que conseguiu me separar de sua filha; í minha ex-mulher que parece estar melhor do que antes e a mim, que estou melhor do que antes. Agora confirmo que eu era infeliz e sabia.â€
De um brindador de feitos incríveis, comemorando em estilo etílico os feitos passados.
“Nada como um dia após o outro para a gente reconhecer os verdadeiros crápulas que fingem amizade apenas para se aproveitar dos momentos de sensibilidade coletiva e sugar os benefícios da invisibilidade comemorativa desencadeada pela disposição de fazer vistas grossas aos parasitas de plantão.â€
De um identificador de parasitas, em clara alusão aos amigos de última hora que se fazem de sempre apenas para encher a pança e terminar bem o que nunca começaram.
“A figura dela me remete á imagem de uma perua intergaláctica que pousou por acidente nestas bandas e que só diz besteira. Garanto que enquanto foi prefeita carregava uma garrafa de desinfetante para utilizar após suas incursíµes favelísticas.â€
De uma cobra cega aludindo í serpente aparecida no noticiário e falando pela cauda.
“A diferença é brutal. A qualidade resultante dessa diferença pode ser percebida claramente pela estética apresentada; pelo estilo definido; pela concepção cênica que se imprime a cada notícia veiculada.â€
De um aspirante a entendedor de noticiário, em comentário dispensável, dizendo nada.
Enquanto isso, na Terra do Compromisso...
Mão abençoadas. Mãos que fazem a diferença. Mãos únicas.