O que se ouviu por aí­...

“A sensação que tenho é que daqui a pouco vão inventar alguma coisa absolutamente absurda, exatamente para tentar desestabilizar o governo. Dá-se a impressão que não há conformismo diante das prosperidades que o paí­s vem vivendo neste governo. Se nos governos que o antecederam tivesse havido a metade dos progressos que hoje se verifica, certamente que já estarí­amos com os dois pés no primeiro mundo. Se hoje estamos apenas com um, foi porque desatolar os dois do lamaçal em que se encontravam foi um desafio maior que promover o crescimento que originou este comentário.”
De uma alienada e rubra inventadora de comentários originados de provocaçíµes inúteis e dispensáveis, negando progressos passados na proporção dos convenientes esquecimentos de lamaçais presentes.

“Se os entusiasmados aplausos que o governador recebeu fossem divulgados com o mesmo destaque das esparsas vaias que lhe foram dirigidas eu entenderia que a responsabilidade e a ética determinaram os procedimentos da notí­cia. Como não foi isso o que aconteceu e eu estava presente no evento em que essas coisas se deram, devo afirmar com segurança que houve sim parcialidade da imprensa. Isso não é independência, isso é tendenciosidade. Da mais desprezí­vel possí­vel!”
Do mais entusiasmado aplaudidor das oficialidades, em relato unilateral das coisas que estão acontecendo no minado campo dos interesses midiáticos assombrados.

“Parecem candidatos em época de caça ao voto: saem do nada mas com uma disposição pra briga que chama a atenção. Vê-se, por exemplo, uns pequenininhos com uma valentia surpreendente. Sua agilidade permite-lhes enfrentar os maiores, pondo-os pra correr e fazendo uma barulheira como que para compensar a falta de tamanho.”
De um encantado observador de beija-flores, vendo-os algazarrarem-se diante no nectar farto e falso, em tarde chuvosa e preguiçosa.

“Quero te dizer que você me fez descobrir-me um potencial masoquista! Não há outra explicação para insistir na leitura de textos tão sofridos e sofrí­veis como os teus. E não há como deixar de lê-los. O que quero te dizer com clareza que é um sofrimento te ler, mas é muito prazeroso.”
De um descobridor de si, masoquistando-se na confissão, em explí­cita provocação registradora. Ta aí­... Sofra e goze!!!

“Ela tem uma cara desses cachorros que fazem salvamento na neve. Só que em vez de levar o barrilzinho embaixo do queixo, leva um barrilzão dentro da barriga.”
De um aspirante mirim a destilador de venenos, sãobernardeando a apresentadora de soluçíµes fáceis para um mundo difí­cil.

Enquanto isso, na Terra do Compromisso...
“Chove chuva, roda mundo, vida viva.
Chove mundo, vida chuva, roda viva.”