

A cada dia que se passa, nas ultimas décadas, sentimos mudanças sutis, principalmente em nosso clima. A atividade humana foi muito intensa nos dois últimos séculos, especialmente nos últimos 50 anos. Florestas foram devastadas, rios poluídos e muito material, seja vegetal ou combustível fóssil, queimado, de modo que incontáveis toneladas de gases chamados de estufa foram liberados.
A atividade humana degrada o solo, o ar, os mares, rios e, como conseqí¼ência, a fauna e a flora, alterando o clima e a superfície terrestre. O clima, sem duvida, é o mais preocupante.
O clima é fundamental para a vida como conhecemos. Milhares de anos de evolução lenta encontram nos dias de hoje mudanças bruscas, principalmente na temperatura. A capacidade de adaptação da fauna e flora é muito lenta, principalmente em seres especializados em um ambiente especifico.
As mudanças que provocamos na superfície terrestre são desprezíveis se analisarmos, como por exemplo, a sua influência na tectí´nica global porém, é altamente importante se observarmos os manguezais, estuários e recifes de corais, que são os berçários da vida marinha.
Se observarmos o tempo total da Terra, em seus mais de 4 bilhíµes de anos, a nossa existência, digamos que nos últimos 500 anos representa poucos minutos se tomássemos um mês como valendo a história do planeta. Portanto, fica claro que nossa existência é efêmera.
Mesmo que degrademos nosso planeta, chegando a nossa própria existência, a vida continuará. Não temos que nos preocupar com o planeta, mas sim com nossa sobrevivência, pois somos total-mente dependentes das condiçíµes vegetais climáticas e atmosféricas vigentes para sobreviver.
Tirando a alteração na superfície da Terra, que representa parte ínfima em sua magnitude, pouco a modificamos. Apenas prejudicamos a nós mesmos, cada dia mais.