O que se ouviu por aí­...

“Acho que o cara fez isso para gozar, descaradamente, dos investidores que ganham rios com a especulação financeira. Claro que ele sabia que não podia. Claro que ele sabia no que daria. Claro que ele fez o que fez porque lhe era oportuno.”
De uma comentarista, nada petista, bem oportunista, esculhambando anúncio premeditado e prematuro sobre reservas gigantescas de petróleo.

“Tudo o que se afirmou está escrito e registrado nos mais diferentes órgãos de imprensa. Se as declaraçíµes renovadas dão margem í  especulação, a culpa não é do comentário em si, mas de quem os ouve e os utiliza para fazer alarde. Sinto muito se o maior beneficiado com isso não é o filho mimado das elites que sempre estufaram as burras com a especulação e agora percebem que as burras podem ter outras dimensíµes que não apenas a financeira e não se conformam com isso.”
De um identificador de inconformismos, emburrando as traduçíµes e tradiçíµes especulativas em clima de pura euforia tridimensional.

“Essa coisa do cartão corporativo é o tipo da coisa que sempre existiu mas que somente agora estão fingindo inconformismo. Podem estar inconformados sim, mas seu inconformismo é muito menos pela utilização do cartão para coisas que não podem, até porque isso sempre foi assim, e muito mais pela perda do espaço em que essas coisa estão se dando. Quando se aponta para o passado na tentativa de tentar elucidar os hábitos, o desarranjo é geral porque também se está apontando para o espaço perdido, mas marcado pelos mesmos desmandos. Que se faça a CPI dos cartíµes. Ampla, atemporal e ilimitada.”
De um repetidor, confundidor e estimulador de inconformismos, ao debruçar-se na certeza do nada, em demagógico convite para fiscalizaçíµes desmandadas.

“Há alguns anos esse cenário era impossí­vel. Ver americanos protestando contra brasileiros por razíµes tão ridí­culas é, no mí­nimo rizí­vel. A lógica invertida das manifestaçíµes inúteis, que era coisa de paí­ses atrasados, está se tornando o lugar comum nos grandes centros desenvolvidos não como expressão da consciência polí­tica, mas como expressão do medo da perda de espaço. Enquanto isso, seu mandatário manda ver na mí­dia, nos modos, no mundo.”
De um invertedor de lógicas, rindo das grotescas manifestaçíµes contrárias aos brasileiros no lado de cima do Equador, enquanto alitera forçosamente o m.

“De certo que até o papel higiênico que ele usa é segredo de estado.”
De um acertador de coisas indigestas, sobre afirmaçíµes espúrias.

Enquanto isso, na Terra do Compromisso...
“Notí­cias boas é bom e eu gosto.”